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  <updated>2026-04-03T19:34:02Z</updated>
  <dc:date>2026-04-03T19:34:02Z</dc:date>
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    <title>FILÓSOFOS PARAPSÍQUICOS  E PARAPSIQUISTAS</title>
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      <name>Zaslavsky, Alexandre</name>
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    <updated>2020-12-28T20:30:42Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: FILÓSOFOS PARAPSÍQUICOS  E PARAPSIQUISTAS
Authors: Zaslavsky, Alexandre
Abstract: Experiências parapsíquicas sempre foram um tema filosófico estranho.  Há muitas evidências da associação dos primeiros filósofos, de Parmênides   e Empédocles a Sócrates e Platão, aos Mistérios, que significam iniciação parapsíquica. No entanto, Platão classificou as práticas parapsíquicas na esfera da  crença (doxa) e não da ciência (episteme). Desde então, o campo parapsíquico  tende a ser considerado irracional, e mesmo logicamente impossível. Mas não  exatamente um assunto esquecido. Muitos filósofos o abordaram, apontando  o problema do parapsíquico como um tema racional, positiva ou negativamente. Mas isso não faz parte da história da filosofia. Para apresentar evidências  dessa história não contada, serão apresentadas duas listas: os filósofos parapsiquistas, que fizeram filosofia parapsíquica, e os filósofos parapsíquicos, que  tiveram experiências parapsíquicas. Existe intersecção entre os dois grupos. Os  objetivos são sugerir um novo campo de estudo, ou seja, a filosofia parapsíquica, e reconhecer o esforço daqueles que ousaram resistir ao mainstream do pensamento filosófico de seu tempo.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ENTRE ESPÍRITOS E CIENTISTAS:  CHARLES RICHET E A BUSCA  PELOS FENÔMENOS INABITUAIS</title>
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      <name>Gustavo Chiesa, Ruiz</name>
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    <updated>2020-12-28T20:30:41Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: ENTRE ESPÍRITOS E CIENTISTAS:  CHARLES RICHET E A BUSCA  PELOS FENÔMENOS INABITUAIS
Authors: Gustavo Chiesa, Ruiz
Abstract: O objetivo deste ensaio é apresentar algumas das principais ideias   e acontecimentos que deram origem à Metapsíquica, tal como formulada por  Charles Robert Richet (1850-1935), médico, pesquisador e professor da cátedra de Fisiologia em Sorbonne. Para a constituição dessa nova ciência, uma  certa substância desempenhará um papel fundamental, despertando a atenção  de inúmeros cientistas interessados em compreender uma série de fenômenos  extraordinários que ocorriam ao redor de determinadas pessoas dotadas de  habilidades especiais. Ao final do texto pretende-se apontar algumas possíveis  aproximações e, também, diferenciações entre as formulações trazidas por Richet e aquelas surgidas em um outro cenário e contexto histórico, algumas décadas mais tarde. Trata-se da Conscienciologia, tal como proposta pelo médico  brasileiro Waldo Vieira (1932-2015), também interessado, tal como Richet, em  investigar uma série de fenômenos negligenciados pela ciência hegemônica.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>CONSCIÊNCIA HUMANA: ENTRE A SINCRONICIDADE E A CAUSALIDADE</title>
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      <name>Sneller, Rico</name>
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    <updated>2020-12-28T20:30:40Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: CONSCIÊNCIA HUMANA: ENTRE A SINCRONICIDADE E A CAUSALIDADE
Authors: Sneller, Rico
Abstract: Neste artigo, tratarei da noção junguiana de "sincronicidade" como  uma base adequada para começar a interpretar a consciência. O princípio de  causalidade ora predominante pode ser considerado falho em fazer jus à consciência e, inevitavelmente, leva às limitadas abordagens materialista e neurológica com as quais estamos tão familiarizados hoje. Ao invés de tentar localizar  o propriamente humano na complexidade das redes neurológicas, sugiro que  o "substrato" material da consciência seja abordado enquanto decorrente da  própria consciência enquanto pré-condição. Após uma breve revisão dos predicados [predicaments] do princípio de causalidade na filosofia ocidental, sustentarei que a noção de sincronicidade está melhor equipada para fazer justiça  à plenitude da experiência e da fenomenalidade.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ARQUÉTIPOS SOB AS LENTES DA NEOCIÊNCIA CONSCIENCIOLOGIA</title>
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      <name>Knakievicz, Tanise</name>
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    <updated>2020-12-28T20:30:39Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: ARQUÉTIPOS SOB AS LENTES DA NEOCIÊNCIA CONSCIENCIOLOGIA
Authors: Knakievicz, Tanise
Abstract: A consciência não tem sexo, quando ressoma, nasce ou mulher ou  homem. Qual é a função evolutiva para a consciência desse processo biológico? Em busca da resposta a essa questão, os aspectos emocionais, fisiológicos  biológicos e psicológicos foram estudados. Neste estudo ambos os paradigmas,  o cartesiano e consciencial, foram utilizados na análise da essência arquetípica  feminina e masculina na adaptação intrafísica. A partir deste estudo, propõe-se  a hipótese de que os arquétipos feminino e masculino são aspectos complementares de uma mesma consciência, enquanto manifesta na intrafisicalidade. Supõe-se que os arquétipos femininos estariam vinculados a percepção e  a descrição dos fatores paragenéticos e os arquétipos masculinos aos fatores  genéticos da consciência intrafísica.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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