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<title>Ano III - Número 3 - Agosto 2018</title>
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<updated>2026-04-11T16:28:47Z</updated>
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<title>Dívidas: Renúncia Ao Exercício De Paradireitos</title>
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<name>Tedesco, Lia</name>
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<updated>2021-03-21T10:48:59Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Dívidas: Renúncia Ao Exercício De Paradireitos; Debts: Resignation To The Exercise Of Paralaws; Deudas: Renuncia Al Ejercicio De Paraderechos
Tedesco, Lia
O artigo aborda a temática das dívidas e seu tratamento jurídico no  Direito Brasileiro (ano-base: 2018). Teve como método a consulta à  legislação brasileira, às obras conscienciológicas e a reflexão sobre as  vivências práticas da autora na magistratura. Traça um paralelo da hipótese da dinâmica das dívidas conscienciais e possíveis efeitos da manutenção do endividamento para a própria conscin e as demais consciências envolvidas. Chama a atenção para a possibilidade de renúncia  ao exercício de paradireitos diante do não enfrentamento da situação  de débito e apresenta relação de eventuais paradireitos, sob a ótica de  especialidades da Conscienciologia. Conclui pela responsabilidade de  cada um na quitação de seus débitos.; The article addresses the issue of debts and their legal treatment in Brazilian Law (Base year: 2018). The method employed was consultation  of Brazilian legislation, conscientiological works and reflection on the  practical experiences of the author in the magistrature. It draws a parallel of a hypothesis of the dynamics of consciential debts and possible  effects of the maintenance of indebtedness by a conscin on themselves  and on the other consciousnesses involved. It draws attention to the  possibility of renouncing the exercise of pararights in relation to the  non-confrontation of the debt and presents a list of possible paradoxes,  from the point of view of conscientiology specialties. It concludes discussing the responsibility of each in the discharge of their debts.; El artículo aborda la temática de las deudas y su tratamiento jurídico en  el Derecho Brasilero (año-base: 2018). La Metodología fue la consulta  a la Legislación Brasilera, a las obras concienciológicas y la reflexión sobre las vivencias prácticas de la autora en la Magistratura. Se traza aquí  un paralelo entre la hipótesis de la dinámica de las deudas concienciales  y los posibles efectos en el mantenimiento del endeudamiento para la  propia concín y las demás conciencias involucradas. También se llama  la atención hacia la posibilidad de renunciar al ejercicio de paraderechos ante el no-enfrentamiento de la situación de débito y presenta  relación de eventuales paraderechos, bajo la óptica de especialidades de  la Concienciología. Se concluye, considerando la responsabilidad de  cada uno en el recibo de sus débitos.
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Inter-Relação Neuroética, Direitos Humanos E Direitos Conscienciais</title>
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<name>Yuahasi, Katia K</name>
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<updated>2021-03-21T10:48:58Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Inter-Relação Neuroética, Direitos Humanos E Direitos Conscienciais; The Interrelationship Between Neuroethics, Human Rights And Consciential Rights; Interrelación Neuroética, Derechos Humanos Y Derechos Concienciales
Yuahasi, Katia K
O objetivo desse trabalho é discutir as inter-relações entre a Neuroética,  os Direitos humanos e os Direitos Conscienciais. O método de pesquisa utilizado foi a revisão bibliográfica da temática e a autopesquisa da  autora. Discorre-se sobre a Neuroética aplicada e a interação com os  Direitos Humanos, bem como a Neuroética fundamental e os Direitos  Conscienciais. Conclui-se sobre a importância da Neuroética mediante os avanços da Medicina, do desenvolvimento pessoal dos atributos  conscienciais e do respeito ao direito de cada consciência para realizar  as próprias escolhas morais.; The objective of this work is to discuss the interrelationships between Neuroethics, Human Rights and Consciential Rights. The research method used was a bibliographic review of the theme and the  author's self-research. It discusses applied Neuroethics and the interaction of this with Human Rights, as well as fundamental Neuroethics  and Consciential Rights. It concludes by emphasizing the importance  of Neuroethics related to Medical advances, personal development of  consciential attributes and respect for the right of each consciousness to  realize their own moral choices.; El objetivo de este trabajo es discutir sobre las interrelaciones entre  la Neuro-ética, los Derechos Humanos y los Derechos Concienciales.  El método de investigación utilizado fue la revisión bibliográfica de la  temática y la autoinvestigación de la autora. Se discurre sobre la Neuro-ética aplicada y la interacción con los Derechos Humanos, así como  la Neuro-ética fundamental y los Derechos Concienciales. Se concluye,  sobre la importancia de la Neuro-ética a partir de los avances de la  Medicina, el desarrollo personal de los atributos concienciales y el respeto al derecho de cada conciencia para realizar las propias elecciones  morales.
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Megafraternidade: Antípoda Cosmoética À Escravidão</title>
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<name>Silva, Marcelo</name>
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<updated>2021-03-21T10:48:58Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Megafraternidade: Antípoda Cosmoética À Escravidão; Megafraternity: The Antipode Cosmoethics To Slavery; Megafraternidad: Antípoda Cosmoética De La Esclavitud
Silva, Marcelo
Este artigo discute o paraconstructo Megafraternidade proposto por  Vieira (1996), enquanto característica oposta à postura da escravidão,  compreendendo essas duas categorias pelos vieses, tanto do ponto de  vista do praticante, quanto de quem recebe sua prática. Trata também  do desenvolvimento da ideia de fraternidade, buscando desmistificar  a condição de ligação consanguínea, a associação com as cosmologias  teológicas, notadamente a cristã no ocidente, e colocando essa categoria  na posição de um resultante da autolucidez evolutiva, da homeostase  holossomática, da ortopensenidade, da compreensão do Paradever, do  Paradireito e dos laços conscienciais compostos na família evolutiva.  Aborda a visão da lacuna existente na consolidação do Princípio da Fraternidade se comparado com os Princípios da Liberdade e da Igualdade, transformados em categorias político-jurídicas. Traz considerações  sobre a Megafraternidade, antípoda racional à escravidão, resultante  da evolutividade e autodiscernimento e que, a partir das técnicas conscienciológicas é possível desenvolver esses atributos que aproximam a  consciência interessada da vivência prática da megafraternidade. Esta  pesquisa foi realizada com base qualitativa, com caráter interdisciplinar,  inter-relacionando abordagens conscienciológicas, culturalistas e jurídicas, utilizando-se de técnicas de pesquisa bibliográficas, webgráficas e  observações nas diversas experimentações da Dinâmica da Megafraternologia (DMF), dinâmicas essas realizadas por este pesquisador desde  2014 em Foz do Iguaçu, PR e desde 2017 em São Paulo, SP.; This article discusses the paraconstruct of Megafraternity proposed by  Vieira (1996), which has a character contrary to the posture of slavery.  It seeks to understand these two categories by approaching them from  the point of views of a practitioner, and of one who is a recipient of the  practice. It also deals with the development of the idea of fraternity,  seeking to demystify the condition of blood relations, the association  with theological cosmologies, especially the Christian cosmology of  the West, and placing this category as a consequences of evolutionary  self-lucidity, holosomatic homeostasis, orthothosenity, the understanding of Paraobligation, Paralaw, and the consciential bonds composed  by an evolutionary family. It addresses the view of an existing gap in  the consolidation of the Principle of Fraternity when compared to the  Principles of Freedom and Equality, transformed into political-juridical categories. It presents considerations on Megafraternity, a rational  antipode to slavery, resulting from evolution and self-discernment, and  that, through conscientiological techniques, attributes can be developed that bring an interested consciousness closer to the practical experience of megafraternity. This research was performed on a qualitative  basis, with an interdisciplinary character, interrelating conscientiological, cultural and juridical approaches, using bibliographical, web-based  research techniques and observations in various experiments of the Megafraternology Dynamic (MFD), a dynamic frequented by this researcher from 2014 in Foz do Iguaçu, PR, and since 2017 in São Paulo, SP; Este artículo presenta la discusión sobre el paraconstructo Megafraternidad propuesto por Vieira (1996), cual característica opuesta a la  postura de la esclavitud, comprendiendo esas dos categorías en dos sentidos, tanto desde el punto de vista del practicante, cuanto de quien  recibe su práctica. Trata también del desarrollo de la idea de fraternidad, buscando desmistificar la condición de ligazón consanguinea, la  asociación con las cosmologías teológicas, notablemente la cristiana,  en Occidente, y poniendo esa categoría en la posición de una resultante de la autolucidez evolutiva, la homeostasis holosomática, la ortopensenidad, la comprensión del Paradeber, del Paraderecho y de lazos  concienciales compuestos en la familia evolutiva. Aborda también, la  visión de la lacuna existente en la consolidación del Principio de la Fraternidad comparado con los Principios de Libertad e Igualdad, trasformados en categorías político-jurídicas. Se hacen consideraciones sobre  la Megafraternidad, antípoda racional de la esclavitud, resultando de la  evolutividad y del autodiscernimiento que, a partir de técnicas concienciológicas torna posible el desarrollo de esos atributos que aproximan la conciencia interesada a la vivencia práctica de la megafraternidad. La base de esta investigación ha sido cualitativa, de carácter interdisciplinar, interrelacionando abordajes concienciológicos, culturalistas y jurídicos, utilizando técnicas de investigación bibliográficas, webgráficas y observaciones en las variadas experimentaciones de la Dinámica de la Megafraternología (DMF), realizadas por este investigador desde 2014, en Foz do Iguaçu (PR) y desde 2017, en São Paulo (SP)
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Justiça Restaurativa Como Direito Consciencial Na Profilaxia Das Interprisões Grupocármicas</title>
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<name>Massa, Adriana Accioly Gomes</name>
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<updated>2021-03-21T10:48:58Z</updated>
<published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Justiça Restaurativa Como Direito Consciencial Na Profilaxia Das Interprisões Grupocármicas; Restorative Justice As A Consciential Rights In The Profilaxia Of Groupkarmic Interprisons; Justicia Restaurativa Como Derecho Consciencial En La Profilaxis De Las Interprisiones Grupokármicas
Massa, Adriana Accioly Gomes
A reflexão acerca do modelo tradicional de se fazer justiça, enfatizando  os casos nos quais estejam presentes violações de pessoas e suas relações interconscienciais é o que se propõe o presente trabalho, com base  em estudos bibliográficos e na experiência da autora. Primeiro,  serão  abordadas noções sobre o direito e o Paradireito, tendo o último uma  abordagem sistêmica, a partir do paradigma consciencial, que abrange  a complexidade das inter-relações e manifestações conscienciais, considerando o fluxo cósmico. Em seguida, será apresentada a justiça restaurativa, diferenciando-a da forma preponderante de lidar com violações  decorrentes de atos delituosos, implicada na lógica da punição e culpa,  caracterizada como justiça retributiva, que por agravar mais as consequências geradas na violação entre vítima e ofensor, pode gerar interprisões grupocármicas. Já a justiça restaurativa, é uma forma de lidar com  danos e necessidades decorrentes de um crime, podendo ser profilática  nas interprisões grupocármicas, pois procura reparar danos e atender  as necessidades da vítima, mas também do ofensor, além de contribuir  para o processo de responsabilização dos envolvidos.; Reflection on the traditional model of imparting justice, emphasizing  cases that present people's violations and their interconsciential relations, is the proposal of this work, which is based on bibliographical  studies and the author's experience. First, we will approach notions  about the law and paralaw, the latter a systemic approach through the  consciential paradigm, which encompasses the complexity of interrelations and manifestations, considering the cosmic flow. Subsequently,  restorative justice will be presented, differentiating it from the predominant method of dealing with violations resulting from criminal acts,  which implies the logic of punishment and guilt, characterized as retributive justice, which, by further aggravating the consequences of the  violence between the victim and offender, can generate groupkarmic  interprisons. Restorative justice is a way of dealing with the damage  and needs arising from a crime, and can be prophylactic in groupkarmic interprisons, as it seeks to repair damage caused and attend to both  the needs of the victim, and also the offender, in addition to contributing to the process of accountability of those involved.; La propuesta del presente trabajo es la reflexión acerca del modelo tradicional de hacer justicia, enfatizando los casos en los cuales están presentes las violaciones de personas y sus relaciones interconcienciales,  basándose en estudios bibliográficos y en la experiencia de la autora.  Primeramente, serán abordadas nociones sobre el derecho y el Paraderecho, teniendo este último un abordaje sistémico a partir del paradigma conciencial, que abarca la complejidad de las interrelaciones y sus  manifestaciones, considerando el flujo cósmico. Seguidamente, se presenta la justicia restaurativa, diferenciándola de la forma preponderante  de lidiar con violaciones provenientes de actos delictivos, implicada en  la lógica de la punición y la culpa, caracterizada como justicia retributiva, que por agravar más las consecuencias generadas en la violación entre víctima y ofensor, puede generar interprisiones grupokármicas. En  contraposición, la justicia restaurativa es una forma de lidiar con daños  y necesidades derivadas de un crimen, pudiendo ser profiláctica en las  interprisiones grupokármicas, porque busca reparar daños y atender las  necesidades no sólo de la víctima, sino también del ofensor, además de  contribuir al proceso de responsabilización de los involucrados.
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