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<title>N.1 Ano 1 - 2023</title>
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<updated>2026-04-11T22:06:34Z</updated>
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<title>Autorreconciliação por meio da autopesquisa seriexológica</title>
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<name>Almeida, Andreia</name>
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<updated>2024-11-30T01:13:19Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Autorreconciliação por meio da autopesquisa seriexológica
Almeida, Andreia
O objetivo desse resumo é apresentar os benefícios obtidos a partir do aprofundamento na autopesquisa holobiográfica apoiada no planejamento técnico devido às emoções percebidas ao acessar possibilidade de retrovida em determinado contexto histórico. A metodologia utilizada incluiu levantamento bibliográfico específico, anotações pessoais de experiências projetivas, laboratoriais, autorreflexões e em cursos conscienciológicos, em especial, o material apresentado durante a Escola de Personalidade Consecutiva (EPC) módulos 1, 2 e 3. O interesse por vidas passadas aumentou ao acessar as ideias da Conscienciologia em 1998. Entretanto, em 2001, após experiência no laboratório Autorretrocogniciologia do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (Ceaec), a autora teve insight dos amparadores extrafísicos para não se preocupar com esta temática naquele momento. Somente em 2016, durante dinâmica parapsíquica no Centro Educacional do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) em São Paulo, o tema retrocognição reemergiu,&#13;
trazendo fragmentos de informações, ao modo “puzzle da holomemória”. Sentimentos e emoções reverberavam com intensidade no holossoma desta autora. A partir dessa vivência, houve entendimento do cuidado da equipex em adiar o momento deste assunto, pois, em 2016 além da maturidade biológica, já havia maior autoconhecimento para apoiar no desassédio, aceitação, reciclagens e interassistências decorrentes das lembranças. Com informações a respeito da época, conflitos, personalidades-chaves envolvidas, deu-se início à autopesquisa com planejamento a fim de obter aproveitamento técnico com foco reciclogênico.&#13;
O contexto histórico principal acessado foi a Revolução Russa de 1917, sendo o movimento comunista coadjuvante no processo. Este fato histórico trouxe à mente belicismo, política, czares e a personalidade-chave em questão foi Nadejda Konstantínovna Krúpskaia (1869–1939), esposa de Lenin, revolucionária, política e educadora. Entre prisão e exílio, publicou muitos trabalhos relacionados à educação, erradicação do analfabetismo e emancipação da mulher trabalhadora. Desde as primeiras pesquisas sobre sua trajetória e busca da compreensão do contexto da época, o sentimento de culpa, vergonha, raiva, entre outros, se misturavam e a não aceitação da possibilidade de ter feito parte “daquilo” gerava revolta a esta autora. Sincronicidades aconteciam a todo o momento, e durante a ECP houve o entendimento de que “tais” sincronicidades, poderiam indicar lembranças. Ao longo da autopesquisa, as emoções já estavam assentadas e os momentos de aceitação eram mais constantes; foi quando começaram aparecer pessoas na Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI), se identificando com a possibilidade de terem estado no mesmo contexto. Analisando todo o processo vivenciado e a autopesquisa holobiográfica apoiada pela Consecutivus, além das sinaléticas apontando amparo da equipex, esta autora considera a hipótese real de ter feito parte do grupo mencionado, seja intrafísica ou extrafisicamente. A EPC trouxe lucidez para a questão de autorreconciliação com as probabilidades de erros do passado e sentimentos de culpa e, talvez, o maior benefício tenha sido a autoaceitação. Outro aspecto importante foi a compreensão de situações, ideias e traços a serem superados,&#13;
assim como possíveis comportamentos anacrônicos que se repetiam nesta vida intrafísica. A autopesquisa continua e a proposta é aprofundar na intraconsciencialidade da personalidade estudada para mapear, por espelhamento, mudanças necessárias hoje, ao modo de profilaxia proexológica.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Retrovínculos Interassistenciais: Patrimônio Autosseriexológico</title>
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<name>Barros, Marise</name>
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<updated>2024-11-30T01:09:47Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Retrovínculos Interassistenciais: Patrimônio Autosseriexológico
Barros, Marise
A pesquisa tem por objetivo analisar a relevância dos retrovínculos interconscienciais, construídos ao longo da seriéxis, na trajetória autoevolutiva, propondo a estimação do potencial interassistencial a eles inerente. A metodologia incluiu: (1) avaliação autopesquisística, (2) estudo de caso de personalidade-chave a partir da pesquisa retrobiográfica e (3) revisão bibliográfica. A investigação busca inspirar o pesquisador à promoção de balanço interconsciencial a partir da identificação do status das relações pessoais no atual momento evolutivo, visando à planificação mais assertiva de empreendimentos recompositivos. Para esse objetivo, propõe-se a sistematização didática de seis categorias de retrovínculos, sendo três de padrão interprisional, ao modo de ex-vítimas, algozes e comparsas, e três vinculações de base predominantemente recompositiva, envolvendo ex-assistentes, assistidos e parceiros de vidas pregressas. Com base em tal categorização, são analisadas variáveis qualitativas, a fim de identificar quantitativamente o potencial assistencial de cada tipo de retrovínculo. A hierarquização dos potenciais de assistência permite supor quais consciências encontram-se mais&#13;
predispostas a abordagens assistenciais no aqui-agora multidimensional, destacando-se as relações nas quais o assistente de hoje já prestou assistência no passado. Tal condição encontra-se hipoteticamente ilustrada na autopesquisa da autora, bem como na casuística da personalidade-chave por ela estudada. O marchand de arte Paul Durand-Ruel (1831–1922) viveu na França, no século XIX, e estabeleceu importantes vínculos com os pintores impressionistas. Pela atuação empreendedora e visionária, o comerciante fomentou a disrupção da arte por meio do apoio financeiro e emocional a esse grupo de artistas revolucionários, despertando neles intenso sentimento de gratidão. As relações firmadas nesse contexto constituem valioso patrimônio seriexológico a ser resgatado em momento oportuno por Durand-Ruel. No âmbito da autopesquisa seriexológica da autora, iniciada em 2014 a partir da proposta da I Noite de Gala Mnemônica, foram vivenciadas experiências contundentes em atividades de campo bioenergético, a exemplo do laboratório Acoplamentarium, dinâmicas parapsíquicas e cursos com acoplamento com epicon, nas quais foi observada a manifestação de grupos de consciexes masculinas com padrão de agradecimento. Mais precisamente em 2015, durante o curso Identificação da Retrossenha Pessoal, da Consecutivus, cuja programação contemplou dinâmica de acoplamento energético, o epicon descreveu ter percebido a presença de grupo de senhores franceses, artistas ou intelectuais, expressando profunda gratidão e amizade, além de ter relatado a clariaudiência da palavra marchand durante o experimento. O cotejo biográfico estabelecido entre a personalidade-chave e a&#13;
autora evidenciou significativa aproximação quanto à identificação de retrovínculos positivos e convergentes no holopensene da arte. Em ambas as casuísticas, no exercício prospectivo de tais vinculações, infere-se a convergência entre as consciências envolvidas, essencialmente quando o atual assistente já é reconhecido enquanto credor pelo público-alvo assistencial, ser favorável a neoabordagens de assistência em função da credibilidade e autoridade moral. Dessa forma, incita-se a conscin interessada em desenvolver com maior discernimento a capacidade interassistencial, a investir estrategicamente nas relações mais propícias e receptivas, a fim de ampliar a autoconfiança e o estofo assistencial, e a empreender esforços mais intensos nas relações mais desafiadoras, com as quais se encontra na condição de devedora frente aos credores do passado.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Escolha de Personalidade-chave na Autopesquisa: O Lexicógrafo Jerónimo Cardoso (1508–1569)</title>
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<name>Oliveira, Roseli</name>
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<updated>2024-11-30T01:06:45Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Escolha de Personalidade-chave na Autopesquisa: O Lexicógrafo Jerónimo Cardoso (1508–1569)
Oliveira, Roseli
Este resumo aborda o estudo da personalidade-chave Jerónimo Cardoso (1508–1569), apresentado no módulo III da Escola de Personalidade Consecutiva (EPC), no ano de 2018. A escolha desta personalidade decorreu da afinidade pessoal com a lexicografia. Após a investigação de vários lexicógrafos portugueses, foi a que chamou mais atenção diante da riqueza de dados pertinentes à sua pessoa e obras. O método utilizado foi o estudo inicial da biografia de Jerónimo Cardoso buscando avaliar os interesses pela lexicografia, gramática e Filologia e concentrando inicialmente nos trafores. Os recursos pesquisísticos procedem das obras da Biblioteca Digital da Universidade de Lisboa e da Universidade de Coimbra. Jerónimo Cardoso ressomou em Lamego, Portugal, em 1508, estudou em Salamanca, Espanha, tornando-se humanista de grande polivalência pessoal, era gramático, lexicógrafo, filólogo, epistológrafo, poeta, escritor e professor na Universidade de Lisboa. Tinha muita autodisposição para leitura, docência e escrita, publicando 5 dicionários: Dictionarium Iuventuri Studiosae (1551), De Monetis (1561), Dictionarium ex Lusitanico in Latinum (1562), Dictionarium Latinolusitanicum (1562 / 1569 / 1570 / 1592 – post mortem) e o Breve Dictionarium Vocum Ecclesiasticarum (1569). Respeitável humanista, fazia da palavra seu instrumento de trabalho, cultivando a oratória, um dos domínios em que os Humanistas do Renascimento foram mais férteis. Dessomou em Lisboa em 1569, sendo o Dictionarium Latinolusitanicum, da 2a até a 16a edições e reedições subsequentes até o final do século XVII, seu legado post mortem. Foi personalidade notória para a época com alguns destaques pelo fato de ter sido o primeiro lexicógrafo bilíngue português (Português/Latim) do século XVI. Foi o escritor de maior domínio da ciência lexicográfica, contemplando as classes gramaticais. Foi profundo conhecedor das leituras clássicas, da filosofia, da literatura, da Filologia e das poesias. Tinha hábitos e rotinas úteis tais como: lecionar, ler, escrever (poesias, cartas, discursos, manuais de gramáticas e principalmente dicionários) e estudar Latim.&#13;
Eis alguns trafores inferidos por meio da leitura das biografias de Jerónimo Cardoso durante as pesquisas: autenticidade, autoconfiança, autodisposição, bibliofilia, cientificidade, comunicabilidade, continuísmo, coragem, criatividade, detalhismo, determinação, disciplina, domínio, especialismo, exaustividade, ineditismo, integridade, intelectualidade, interassistencialidade, megafoco, neofilia, organização, originalidade, perseverança, pioneirismo, polivalência, priorização, racionalidade, senso humanitário, sociabilidade, valorização das amizades e vitalidade. Apesar de algumas singularidades, sincronicidades e características se apresentarem em similitudes e convergências, ainda é conjectura carente de mais estudos, averiguações e indícios para aprofundar a relação com esta personalidade-chave, pois tal investigação minuciosa requer seriedade, maturidade, lucidez e discernimento no tocante à perquisição e às possíveis descobertas diante da localização seriexológica, evitando o deslumbramento. Para aprofundar na autopesquisa, a assessoria do Cotejo Biográfico poderá trazer mais informações, direcionamento e qualificação quanto aos fatos pesquisísticos.
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Auto-herança Parapsíquica: Casuística Retrocognitiva</title>
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<name>Schmidt, Nilsa</name>
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<updated>2024-11-30T01:04:07Z</updated>
<published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Auto-herança Parapsíquica: Casuística Retrocognitiva
Schmidt, Nilsa
Herdar o patrimônio consciencial quanto aos atributos paraperceptivos de retrovidas reflete positivamente&#13;
no atual desenvolvimento parapsíquico. O presente trabalho objetiva compartilhar casuística e pesquisas&#13;
pessoais no tema da auto-herança parapsíquica. Na metodologia foram utilizadas anotações de experiên-&#13;
cia meditativa, informações posteriores de terceiros e análise fundamentada no paradigma consciencial.&#13;
A experiência ocorreu de madrugada, em fevereiro de 1998: Levantei, sentei-me no chão, percebi acionados&#13;
corono e frontochacras, abrindo-se dilatado vórtice no fronto. Nessa espécie de túnel, alongado e afunilado na ponta,&#13;
alternavam-se ondas azuis, lilases e verdes, entremeadas por flashes brancos. Na expansão e retração desses feixes,&#13;
instalou-se cenário e me vi alternando papéis, entre personagem e expectadora. Intuí época e local: Assíria, ano 982.&#13;
Região arenosa, rústica, caverna, inscrições na parede, potes e caçarolas de barro. Uma mulher bem velha, trajando&#13;
roupa de tecido rústico, pesado e sandálias trançadas nas pernas. Na hora senti ser eu; sentimentos de insatisfação&#13;
e a busca do entendimento de enigmas - sinais de “fora” para integrar com os de “dentro”; revoltada por injustiça&#13;
sofrida, banida do grupo, não gostam dela. Anda de um lado para o outro, resmunga; a cabeça dói. Penso: sou&#13;
louca? Instantaneamente interpreto: ela está presa em rancor, pois questiona: O que me fizeram? O que eu fiz? Se&#13;
acalma, já não olha “para lá” (a cidade) com raiva. Encostada na parede irregular, descansa e se prepara; é hora&#13;
da morte. Pensa que será melhor, desconheço o porquê dessa certeza. Então percebo estar livre e leve, fora daquele&#13;
corpo. Sensações e interpretações: busca e / ou conhecimento de pertencimento a algo maior; sentimento&#13;
de ter sido incompreendida; julgada equivocadamente; dificuldade em entender o porquê; dor de cabeça&#13;
e confusão mental; questiona a autorresponsabilidade; reflexões amenizam a raiva; necessidade do perdão;&#13;
noção de vidas passadas, embora incipiente; lucidez de que morrer não é “acabar”. A experiência relembrou&#13;
que deixar o corpo pela dessoma é diferente da projeção consciente. No ano de 2011, assistindo a tertúlia&#13;
n. 1845, Empatia Traforista, chamou a atenção da autora o relato do prof. Waldo Vieira sobre retrocognição&#13;
na Grécia, onde se reconhecia na personalidade que via: “Eu sabia direitinho que era eu, porque eu sabia o que&#13;
ele estava pensando”. Foi a mesma sensação vivida na caverna: Eu sabia que era eu. Em janeiro de 2017, ao&#13;
participar do curso Identificação da Retrossenha Pessoal, na França, a colega M. L., relatou à autora ter visto,&#13;
através do parafenômeno da clarividência, uma mulher com cabeleira escura, aparência desgrenhada, sem-&#13;
blante transtornado; pensenisava “louca” e associava “bruxa”. A experiência na Assíria foi imediatamente&#13;
rememorada. Nesse curso, outros participantes relataram impressões parapsíquicas a respeito da autora:&#13;
uma provável feiticeira, fazendo amuletos de cura e remédios naturais. Essa experiência ocorrida na França,&#13;
delineou a importância da atenção à progressão dos fatos e parafatos. Com base nessa casuística, a autora&#13;
levanta a hipótese de auto-herança parapsíquica de origem milenar. A naturalidade atual em lidar com as-&#13;
sistências envolvendo dessomas, acompanhando conscins e consciexes na transição interdimensional, pode&#13;
ser entendida como indício pessoal de auto-hereditariedade parapsíquica.
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