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<title>Ano 2, N. 2 - 2024</title>
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<dc:date>2026-04-11T12:45:48Z</dc:date>
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<title>Sinergismo Ressomatologia-Neonatologia</title>
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<description>Sinergismo Ressomatologia-Neonatologia
Almeida, Andréia
Este artigo tem o objetivo apresentar não só a interação entre as especialidades Ressomatologia e Neonatologia, mas principalmente a interdependência e continuidade evolutiva entre elas. A necessidade de discorrer sobre este assunto partiu principalmente da observação de existirem poucas publicações a respeito do tema, além de interesse pessoal na condição de voluntária da Associação Internacional de Ressomatologia e Infanciologia (EVOLUCIN). A metodologia utilizada para a escrita deste trabalho foi a revisão bibliográfica exaustiva das obras conscienciológicas e outras publicações da ciência convencional, além de anotações pessoais sobre percepções e parapercepções em diversas atividades. Olhar para o sinergismo Ressomatologia–Neonatologia além de simples relação entre as especialidades é enxergar principalmente as consciências envolvidas em tais processos, particularmente o sinergismo equipin–equipex.
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<dc:date>2024-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Reconciliação Familiar Riscos e Benefícios para Evolução da Consciência</title>
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<description>Reconciliação Familiar Riscos e Benefícios para Evolução da Consciência
Rito, Ivana Nunes de Arruda
O presente artigo tem como objetivo apresentar os benefícios e riscos da reconciliação familiar; e técnicas &#13;
cosmoéticas de reconciliação com foco na desvinculação sadia e equilibrada do grupo a fim de atingir maior autonomia evolutiva rumo a libertação ego e grupocármica. A metodologia realizada foi de pesquisa exploratória a partir das autovivências da autora e de estudos bibliográficos sobre o tema. Foi possível perceber que a reconciliação familiar não é o fim em si mesmo. Há de se ter um olhar atento para o que vem depois dessa etapa. Conclui-se que ao buscar identificar os riscos e benefícios da reconciliação familiar é possível obter maior lucidez quanto aos autoenganos, autocorrupções e autossabotagem que impedem a consciência de avançar e evoluir.
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<dc:date>2024-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Assunção da Autorresponsabilidade Grupocármica</title>
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<description>Assunção da Autorresponsabilidade Grupocármica
Rochadel, Olivia
O artigo está fundamentado na autopesquisa da autora pró irrompimento do ego intermissivista por meio &#13;
do enfrentamento de dificuldades de percepção e parapercepção nas relações familiares. A metodologia &#13;
utilizada é a autopesquisa a partir das premissas da Conscienciologia. O objetivo é retratar parte do processo de autopesquisa da autora em relação à desdramatização da vivência junto à família nuclear e a assunção da autorresponsabilidade grupocármica enquanto pressuposto evolutivo para qualificar a atuação pessoal na relação familial. Ao longo do artigo, a autora lista 12 estratégias de atuação contributivas para a assunção da autorresponsabilidade grupocármica com vistas à autolibertação grupocármica. As estratégias adotadas têm gerado efeitos positivos, sendo esses: a aplicação de inteligência evolutiva no âmbito das relações grupocármicas, a afetividade sadia com os familiares, desenvoltura holossomática, reconhecimento do exemplarismo, avanços no processo de reconciliação com os pares e maior disponibilidade de tempo para tarefas Interassistenciais junto à outros grupos de convívio.
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<dc:date>2024-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ruptura dos Padrões Patológicos Grupocármicos pelo Autexemplarismo</title>
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<description>Ruptura dos Padrões Patológicos Grupocármicos pelo Autexemplarismo
Petersen, Tatiana
Este artigo iniciou com a autopesquisa da autora, a fim de melhor entender os próprios mecanismos &#13;
intraconscienciais de funcionamento, considerando o cenário intrafamiliar ao modo de câmara de auto &#13;
e heteranálise, oportunizado de identificação de padrões grupocármicos patológicos. O trabalho intenso &#13;
para reciclar a carência afetiva, autodiagnosticada pela autora como seu nó górdio, permitiu que o trauma &#13;
geracional submergisse, abrindo novas frentes de autopesquisa. O heredograma familiar, com o histórico &#13;
mais impactante de cada membro, iniciando com os avós, a autora consegue notar a rejeição e o abandono como traumas que se tornam a repetir de geração em geração, origem da carência afetiva. A elucidação quanto a repetição da patologia do grupo fomentou a responsabilidade na autora em romper com este padrão em prol das futuras gerações que estão por vir e o compromisso com a autevolução. A conexão com a história dos pais, a compreensão quanto as dores, medos e dificuldades, libertou a autora de suas reivindicações imaturas.
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<dc:date>2024-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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