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O artigo apresenta relato de experiência sobre a qualificação
autoconsciencioterápica da autora na condição de pré-consciencioterapeuta,
a partir do processo de tradução conscienciográfica para o inglês
da obra Prescrições para o Autodesassédio, de Maximiliano Haymann,
da especialidade Autodesassediologia. Trata-se de pesquisa qualitativa
embasada em autorregistros, autobservação holossomática e análise das
repercussões evolutivas ocorridas. A tradução é compreendida enquanto
prática interassistencial, cosmoética e tarística, favorecendo o aprofundamento
da autoconsciencioterapia e do autodesassédio. Observou-se
desenvolvimento de competências holossomáticas, além de aspectos
linguísticos, cosmoéticos e autorreflexivos. São apresentadas relações
teáticas com especialidades da Consciencioterapeuticologia. Resultados
indicam reativação de trafores, enfrentamento de trafares, ampliação da
autoconfiança e maior clareza quanto à autoproéxis. Conclui-se que, no
caso da autora, o processo de tradução conscienciográfica atua simultaneamente
ao modo de instrumento terapêutico e assistencial, propiciando
aprofundamento na autoconsciencioterapia e ampliação do autoconhecimento
e da autoconfiança. Assim, a tradução transcende o aspecto técnico,
configurando-se enquanto ferramenta de autopesquisa, autoqualificação
e desenvolvimento evolutivo. |
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