Resumo:
O desenvolvimento da autoimunidade consciencial é desejável
aos intermissivistas interessados em alcançar o patamar evolutivo da desperticidade.
O objetivo deste artigo foi descrever o desenvolvimento da autoimunidade
psicossomatológica, a fim de facilitar a autoconsciencioterapia
despertológica. A metodologia consistiu na autoconsciencioterapia da autora,
nas experiências estudantil e profissional na área da saúde, notadamente da
psicologia hospitalar, no voluntariado conscienciológico enquanto consciencioterapeuta
e na observação de compassageiros evolutivos intermissivistas
e não-intermissivistas, além de consulta à bibliografia conscienciológica
e psicológica. O estudo expõe as variáveis da autoimunidade psicossomatológica,
a saber: genética, mesologia, epigenética e paragenética. Também
discorre sobre a correlação entre a autocognição das tonalidades afetivas
e a autoparaimunologia psicossomatológica, refletindo sobre as autovacinas
e paravacinas conscienciais. Conclui apresentando o paradoxo no qual a homeostase
da interassistencialidade parapsíquica avançada é gerada ao saber
sentir a dor do outro, sem sofrimento pessoal.
Descrição:
O estudo expõe as variáveis da autoimunidade psicossomatológica,
a saber: genética, mesologia, epigenética e paragenética.