Resumo:
O artigo descreve o emprego da autossustentabilidade energossomática
e da assistência inegoica no autenfrentamento da autoinsegurança,
com vistas ao desenvolvimento do abertismo interassistencial.
Quanto ao autodiagnóstico, a autora identificou a existência de dois
mecanismos nosográficos principais: a imaturidade afetiva e o senso de
autodesproteção existencial, acrescidos pela baixa habilidade social.
O texto traz, ainda, a elaboração do mecanismo de funcionamento homeostático
almejado e tabela comparativa entre trafares e trafores. Na
paraterapêutica, foram utilizadas duas técnicas autoconsciencioterápicas
– Top da Automaturidade e Neoconcepção Autoconsciencial –, além do
acompanhamento de listagem de indicadores de autossuperação. A metodologia
empregada foi a reunião de anotações provenientes de atendimentos
consciencioterápicos na condição de evoluciente, no movimento
autoconsciencioterápico ocorrido durante o Curso para Formação
do Consciencioterapeuta (CFC) e na revisão bibliográfica da literatura
conscienciológica sobre os temas. Concluiu-se que o fechadismo afetivo
e energético decorrente da insegurança é processo passível de ser
revertido a partir da assunção de neoego assistencial e do autodomínio
energético.