Resumo:
Este trabalho analisa a afirmativa “O consciencioterapeuta
há de ser aquela conscin relativamente feliz e bem centrada. Quem
é feliz pode cuidar muito melhor de outra pessoa” (Vieira, 2013, p. 431),
explicitando a conexão entre a vida equilibrada do assistente e a habilidade
superior de cuidar e assistir. Intenciona contribuir para a qualificação
do consciencioterapeuta na condução de casos paraclínicos por meio da
Paraterapêutica pela Homeostática. A parametodologia de pesquisa teática
é composta pela experiência consciencioterápica dos autores, linhas
de investigações e de registros individuais e levantamento bibliográfico.
De início, há breve exposição sobre aspectos relativos ao conceito de
consciencioterapeuta feliz e bem centrado. Em seguida, apresentam-se
reflexões teáticas sobre a influência positiva da felicidade superior e do
autocentramento consciencial na paraimunidade consciencioterápica.
Na sequência, detalham-se observações relevantes atinentes à condução
heteroconsciencioterapêutica e apresentam-se 2 casos paraclínicos. Por
fim, demonstram-se possíveis neoacepções evolutivas relativas à felicidade
e ao centramento do consciencioterapeuta.
Descrição:
Este trabalho analisa a afirmativa “O consciencioterapeuta
há de ser aquela conscin relativamente feliz e bem centrada. Quem
é feliz pode cuidar muito melhor de outra pessoa” (Vieira, 2013, p. 431)