Resumo:
Resumo. Este artigo analisa 8 anos de prática da tenepes (2017-2025), focando na superação de traços-fardo (trafares) e na aplicação de reciclagens intraconscienciais (recins). O objetivo central é compartilhar os autodesafios e as vivências que auxiliaram no autoenfrentamento evolutivo. A metodologia abrange a autopesquisa, utilizando registros em diários, reflexões sobre fatos e parafatos e consulta bibliográfica sobre o tema. Para os trafares, a autora propõe autoprescrições, a exemplo do uso de planners, a prática sistemática do estado vibracional (EV) e o foco na interassistencialidade, substituindo o egocentrismo pela vontade lúcida. Por meio do sinergismo entre tenepes e autorreciclologia, a autora relata a transição do paradigma místico para o consciencial, consolidando trafores como persistência e acolhimento. Na conclusão enfatiza que a tenepes exige autotransformação contínua e compromisso vitalício, visando a maturidade consciencial por meio da disciplina e da autonomia evolutiva.
Descrição:
A autora Eliene Cavalcante compartilhou os desafios e as vivências que auxiliaram no autoenfrentamento evolutivo, propondo autoprescrições, a exemplo do uso de planners, a prática sistemática do estado vibracional (EV) e o foco na interassistencialidade, substituindo o egocentrismo pela vontade lúcida.